segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Pois eu te desafio, Sr. Destino.

Sua presença constante em meus pensamentos tem sido causa da inspiração que compõem estas palavras, esqueça, me ofereça apenas seu amor eterno e estarei satisfeita. Agonia, minha aflição, alguém lançou algo que vem para mim numa estranha velocidade, é o seu coração. Já sei, desta vez não posso deixar que ele escape, como das outras 365 vezes, a chance de agarrá-lo e tê-lo em minhas mãos está comigo agora, sem deixar que escorregue, apenas acho que o lançaram de muito longe, ainda espero ansiosamente ter o seu coração aqui, perto do meu, espero impacientemente, e não sei o que acontece, mas há um longo caminho entre esses dois corações, que merecem a companhia um do outro. Creio que nessa confusão toda de casos e acasos, o único vilão seja o destino, tão perverso este, que proíbe o nosso amor. Pois eu o desafio, e vou provar a ele que somos e podemos ser mais fortes, até mesmo sem a sua sorte.

domingo, 15 de agosto de 2010

É isso mesmo?


Por onde começar já não se sabe mais, apenas se sabe o fim, e eu fico pensando se vale a pena, um alguém rodar feito uma tonta e não se sabe o porquê, mas ela já sabe muito bem aonde quer parar. Está bem, não faz o menor sentido, mas para ela também não faz, ela apenas sente, não há indecisão, não há dúvidas. Ela sabe o seu caminho, mas qual é a estrada mesmo que deve pegar?

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Silêncio

Então a menina calou-se, fechou seus olhos e seus ouvidos, mas inevitavelmente, desta vez era real. Como distinguir o real da fantasia, o que ela estava vendo, do que eles viam? Ela não sabia mais como agir. E é inaceitável que mais um castelo de areia seja destruído pelo furioso mar, pelas circunstâncias. Agora ela não sabe mais enxergar as coisas como antes, tudo parece tão falsificado, que de repente nada mais pode ser real, de repente tudo isso faz parte de uma história e é nisso que ela precisa acreditar no momento em que está, por mais difícil que isso seja. Afinal, se uma menina vive uma história, ela tem que viver feliz para sempre não é?

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Meu Bem

Palavras. Micos. Momentos únicos de infinitas provas e demonstrações públicas do mais nobre de todos os sentimentos, o amor. Conselhos que jamais imaginei que fizessem o mínimo de sentido, mas que sempre percebi depois de algum tempo, sendo ele longo ou não, que eles tinham razão. E isso, vai desde de discussões sobre o tempo e levar ou não o casaco, até aonde meus argumentos sobreviverem. Não importa, eles sempre terão a razão, porque a voz da vivência sempre vai ser mais alta que os gritos enfurecidos adolescentes. Paro para pensar se há uma medida para isso, se um dia poderei fazer algo tão grandioso e estupendo que possa recompensar todo esse zelo, mas não há, não há uma conta que acumula os gestos de amor que você recebe todos os dias dos seus pais, não sei se um dia conseguirei alcançar esse amor que parece infinito. A relação "pais e filhos" é algo completamente belo e maravilhoso, e não importa o que eu fui, ou o que sou, ou o que vou ser, eles estão aqui, e então eu me sinto segura. E se Deus, um dia, quis que nós, de uma forma mais concreta, conhecessemos seu amor, ele chamou esse amor de mãe e pai, para que nunca pudessemos nos sentir sozinhos, para que nunca possamos esquecer de que há sempre alguém, pra te amar e te querer bem, você já parou pra pensar que é essencial para esse alguém? Ame-os também.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Átomos

Quer saber? Toneladas de pensamentos, em vão, se foram pelo vento, enquanto os meus olhos se fecharam para quebrar a promessa, de nada adiantou todo o tempo em que eu gastei minha mente, imaginando possíveis, fazendo o impossível. Não preciso, não posso e não quero dizer que tudo foi imprevisível demais, porque não foi, simplesmente. A coisa que eu realmente queria agora, pra ser sincera e bem ridícula, era um controle com super poderes, só não sei se para voltar, ou se para adiantar, quem sabe, pausar. Não sei. E como se não bastasse minha visão permanece turva, não consigo ver nada com a clareza de antes. Como personagens principais, de uma história mal acabada, como imãs, como átomos.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Insuportável

É como estar entre o sim e o nunca, o talvez e o para sempre, é como estar entre o amor e a amizade.

domingo, 13 de junho de 2010

Game Over

Parece que agora é pra valer, e mesmo que não seja, eu preciso estar certa de minhas próprias opiniões. Eu estou segura, sei o que estou fazendo e onde estou pisando. Tudo tem sido incrivelmente imprevisível, mas mesmo assim eu acho que poderia ter evitado boa parte dessas coisas que atormentam minha mente. Chega de me acorrentar à coisas que eu sei que não me levarão a lugar algum. Mudar é preciso.